domingo, 18 de junho de 2017

'I Love a Criminal' Cap. 34

*Segunda-Feira*
-09:00-
>ZARA ON<
     Sou despertada pelo som da porta se abrindo. Droga, eu cochilei. Me levantei rapidamente do chão e me posicionei para atacar e então um homem de ontem entrou e me olhou.
Paul: _Nem pense nisso. Eu vim na paz apenas perguntar se vocês querem tomar café conosco ou se vão tentar fugir ou matar um de nós.
Zara: _Tenta a sorte. -- (Respondi e ele me olhou por alguns segundos).
Paul: _É, acho melhor não, então aqui está o café da manhã das duas, mais tarde volto com o almoço de vocês. -- (Ele disse deixando duas bandejas no chão e saindo do quarto. Bufei e olhei em direção a janela, lá estava a garota na mesma posição, com os olhos abertos olhando para o lado de fora, ela parecia ter passado a noite em claro) -- Só me falta ter que ficar aqui dentro com uma garota louca. -- (Disse revirando os olhos e me jogando na cama).
...
-13:00-
      Passei a manhã inteira tentando encontrar uma saída, mas parecia impossível, as janelas tinham grades grossas e a única porta estava trancada, fora o tanto de seguranças que devem ter nessa casa. Ouço o som da porta sendo destrancada, olho em direção a porta e vejo o mesmo cara de sempre entrando no quarto, mas dessa vez acompanhado pela mulher de ontem.
Paul: _O almoço das duas marrentas.
Angelina: _Pelo jeito elas não comeram nem o café da manhã.
Paul: _Meninas, vocês não tem mais idade para fazer greve de fome, por favor, tenham mais maturidade.
Zara: _Já disse que vocês são pessoas mortas? -- (Perguntei e eles apenas riram da minha cara).
Angelina: _Ta bom garota perigosa, agora vê se come a sua comida ok? Não queremos ninguém passando mal aqui.
Paul: _Isso mesmo. -- (Eles pegaram as duas bandejas do café da manhã e saíram deixando apenas as do almoço).
Zara: _Droga. -- (Disse chutando a porta).
...
-22:30-
     Já estava de noite, e eu estava cansada, com fome e com raiva, com muita raiva. Eles já tinham trago o jantar, mas eu não iria comer, não vou comer nada que eles me derem. O sono começava a pesar meus olhos, mas eu precisava continuar acordada então simplesmente andava de um lado para o outro no quarto tentando pensar em uma maneira de sair daqui ou pelo menos avisar o Justin sobre o que está acontecendo. Enquanto andava meu olhar parou na janela e lá estava aquela garota que mais parecia uma estátua, ela não mexeu um centímetro desde que se sentou ali, e também não disse uma única palavra, aquilo estava me dando muita raiva.
Zara: _Não vai fazer nada não garota? Só vai ficar sentada aí olhando a paisagem lá fora enquanto nós duas estamos presas aqui? -- (Perguntei e ela simplesmente me ignorou) -- Garota você não me ignora ok? -- (Disse indo até ela e a empurrando).
>ZARA OFF<
>(SEU NOME) ON<
...
Zara: _Garota você não me ignora ok? -- (Uma voz distante disse e logo em seguida sinto algo me empurrando me tirando um pouco do transe em que me encontrava. Apenas direcionei meu olhar para a garota loira que me empurrou, mas nenhuma palavra saía da minha boca) -- Vamos garota, reage. -- (Eu a escutava, mas suas palavras simplesmente não faziam sentido para mim, eu não conseguia entender nada que saía de sua boca, ela parecia apenas se movimentar. A expressão da garota foi ficando ainda mais furiosa, e ela parecia gritar coisas que eu não conseguia entender, ela me empurrava tentando me provocar, mas meu corpo simplesmente não reagia. Até que de repente ela me pega pelos braços me levantando e me prensando contra a parede, enquanto me olhava com fúria) -- VAMOS GAROTA, FAÇA ALGUMA COISA. ESTAMOS PRESAS NESTE INFERNO, SERÁ QUE VOCÊ NÃO PERCEBE? -- (A única palavra que consegui entender foi 'presas'. Olhei em volta e percebi que estávamos dentro de um quarto trancado, de canto de olho consegui enxergar a janela em que estava sentada, e só naquele momento percebi que havia grades grossas a protegendo e me prendendo).
(Seu Nome): _Estamos presas. -- (Sussurrei).
Zara: _Quê?
(Seu Nome): _Estamos presas. Presas, presas, presas.
Zara: _Garota o que você está falando? -- (A garota disse me sacudindo, a olhei e empurrei a mesma correndo até a porta tentando abri-la, mas a mesma se encontrava trancada).
(Seu Nome): _Não, não, não. Está trancada, trancada. Estamos presas, presas, presas. -- (Dizia enquanto andava de um lado para o outro).
>(SEU NOME) OFF<
>ZARA ON<
>(SEU NOME) ON<


     Depois que gritei com a garota e a sacudi ela parecia ter finalmente caído em si, ou talvez não, já que a mesma aparentemente acabou surtando. Ela andava de um lado para o outro do quarto repetindo que estávamos presas e ignorava completamente minha presença ali.
(Seu Nome): _Presas, presas, presas. -- (Ela continuava, só que dessa vez ela começou a bater na própria cabeça).
Zara: _Ei garota, para com isso, tá maluca? -- (Perguntei, mas ela parecia não me ouvir. Seus murros começaram a ficar mais violentos, e percebi que o local começava a sangrar, então decidi agir. Fui até ela e em um ato rápido a prensei contra a parede me fazendo me olhar nos olhos) -- Ei, você está me escutando? -- (Perguntei, mas seu olhar era vago).
(Seu Nome): _Presas, estamos presas, presas. -- (A olhei sem entender, e depois de alguns segundos finalmente percebi o que estava acontecendo, ela estava tendo um ataque de pânico).
Zara: _Ei, para, tá tudo bem ok? Não precisa se desesperar.
(Seu Nome): _Eu não consigo respirar.
Zara: _Quê?

(Seu Nome): _Eu não consigo respirar, não tem oxigênio suficiente para nós duas.
Zara: _Do que você está falando? Aqui tem ar suficiente para a gente.
(Seu Nome): _Estamos trancadas e o ar não é suficiente. Esse lugar não é tão grande assim. -- (Percebi que ela começava a suar e seu olhar ficava cada vez mais desesperado).
Zara: _Ai droga, não me diga que você é claustrofóbica. 
(Seu Nome): _Por que você está me segurando? Me solta, eu estou sem ar. -- (Ela disse me empurrando) -- Não consigo respirar. Não consigo respirar. -- (Disse ofegante, e deslizando pela parede. Fiquei a olhando por um tempo sem saber o que fazer, e vê-la agonizada no chão não ajudava muito).
Zara: _Ei, tá tudo bem, tem ar suficiente aqui para nós duas, olhe em volta, aqui não é tão pequeno. -- (Disse me abaixando e tentando acalmá-la).

(Seu Nome): _Não consigo respirar.
Zara: _Consegue, consegue sim. É só puxar o ar, vamos lá.
(Seu Nome): _Não dá. -- (Ela disse sufocando. Droga. Me levantei e corri até a porta batendo na mesma).
Zara: _EI, ABRAM ISSO DAQUI. ABRAM ISSO DAQUI AGORA. A GAROTA ESTÁ PASSANDO MAL. ABRAM AGORA SEUS IDIOTAS, EU NÃO ESTOU BRINCANDO. -- (Eu continuava batendo na porta e gritando, mas ninguém aparecia. Olhei para a garota e percebi que a mesma começava a ficar pálida, como se fosse desmaiar a qualquer momento. Corri até ela me ajoelhando á sua frente e tentando ajudá-la) -- Por favor, não desmaia ok? Tá tudo bem, tem oxigênio suficiente para nós duas, eu já disse. -- (Ela me olhou com um olhar agonizante e logo em seguida caiu em meus braços desacordada) -- Droga. ALGUÉM AJUDA. EU PRECISO DE AJUDA. A GAROTA... -- (Antes que eu terminasse de falar a porta se abre e um garoto mais jovem aparece no quarto, o mesmo que atirei na noite passada, e pelo jeito não foi tão sério já que sua perna estava apenas enfaixada e ele conseguia andar, com a ajuda de um par de muletas, mas conseguia. Assim que o mesmo viu a garota desacordada veio rapidamente até nós duas).
Zac: _O que aconteceu? -- (Ele perguntou jogando as muletas pro lado e se ajoelhando).
Zara: _Até que enfim alguém apareceu, ela teve um ataque de pânico, não conseguia respirar e acabou desmaiando.
Zac: _Droga, preciso levá-la para outra sala onde temos alguns equipamentos médicos.
Zara: _Equipamentos médicos?
Zac: _Acredite, é mais útil do que você imagina. Eu vou levá-la.

Zara: _Mas e a sua perna? -- (Perguntei e ele olhou para a mesma e depois voltou a olhar para a garota).

Zac: _Dane-se. -- (Ele a tomou em seus braços e se levantou com certa dificuldade, indo caminhando para fora do quarto, apenas o acompanhei. Quando estávamos no corredor o cara mais velho e a moça que levava as refeições para nós duas apareceram).
Paul: _O que aconteceu com ela?
Zac: _Ela teve um ataque de pânico.
Angelina: _Droga, está a levando para onde?
Zac: _Pra nossa "enfermaria".
Paul: _Me dá ela aqui e vá pegar suas muletas. -- (Ele disse a pegando no colo).
Angelina: _Eu te ajudo, vamos. -- (Ela disse ajudando o garoto machucado a caminhar. Assim que percebi que todos estavam distraídos levando a garota para a tal "enfermaria" vi uma grande chance de fugir dali, me virei e dei um passo ao sentido contrário ao que eles estavam indo, mas foi então que uma espécie de responsabilidade pela garota tomou conta de mim, parte de mim queria sair daquele lugar e não olhar para trás, mas a outra parte se preocupava em saber como aquela maldita garota ficaria).
Zara: _Droga. -- (Disse comigo mesma e me virei seguindo o pessoal. Fomos andando até finalmente chegarmos onde queríamos. Entramos e o cara que a levava a colocou deitada sobre uma espécie de cama ou maca, sei lá, que havia ali).
Angelina: _Segura ele aí. -- (Ela disse para mim praticamente o jogando em cima de mim, me obrigando a ampará-lo) -- Vou medir a pressão dela.

Paul: _Ela ainda está respirando.

Zara: _Deixei o corpo dela mais elevado do que a cabeça para que assim o sangue chegue mais depressa ao cérebro. -- (Disse e o homem fez o que eu disse).
Zac: _Um pano umedecido com álcool perto do nariz também ajuda ela retomar a consciência mais rápido.

Angelina: _Eu pego. -- (O homem a deitou normalmente e a mulher colocou um pano umedecido com álcool perto do nariz da garota. Ficamos alguns minutos esperando por qualquer reação, até que finalmente ela parece começar a reagir) -- Acho que ela está acordando. -- (Ficamos todos olhando-a atentamente esperando a mesma abrir os olhos, e quando ela o fez foi um alívio para todos ali).
Paul: _Que susto você deu na gente garota. -- (O homem disse respirando aliviado).
Angelina: _Você se lembra do que aconteceu?
(Seu Nome): _O quê?
Paul: _Do que aconteceu no quarto, você se lembra?
(Seu Nome): _Ã, sim, é claro, é claro.
Vin Diesel: _O que aconteceu? -- (O homem careca que se dizia nosso pai perguntou entrando na sala).
Angelina: _Ela teve um ataque de pânico.
Vin Diesel: _Ataque de pânico?
Zara: _Sim, e isso não teria acontecido se vocês não tivessem trancado a gente dentro daquele quarto. -- (Disse com raiva).
Vin Diesel: _Não tive outra opção, se não tivéssemos trancado vocês certamente iriam fugir.
Zara: _Que nos deixasse fugir, nós não queremos ficar aqui.
Vin Diesel: _Acontece que vocês não tem a opção de querer nada nesse momento.
Zara: _Escuta aqui seu velho idiota...
Paul: _Opa, opa, opa. Tá bom, já deu. Vin Diesel venha comigo e Angelina cuide das garotas.
Angelina: _Ok. -- (Ela disse e os dois saíram da sala logo em seguida) -- Zara, venha um momentinho comigo, preciso falar com você. -- (A mulher disse me olhando, apenas assenti e larguei o garoto que estava segurando) -- Zac cuide dela por alguns minutos ok?
Zac: _Deixa comigo. -- (Ele disse e nós duas saímos dali logo em seguida).
Zara: _O que você quer comigo? -- (Perguntei a olhando assim que saímos da sala).
Angelina: _Não pense que não vi o que você fez hoje.
Zara: _Do que você está falando?
Angelina: _Não se faça de desentendida Zara, hoje quando estávamos levando a sua irmã para a enfermaria você teve a chance de fugir, e percebeu isso.
Zara: _O que tem demais nisso?
Angelina: _O que tem demais é que você teve essa chance e mesmo que essa seja sua maior vontade no momento, você não o fez. -- (Ela disse e eu apenas fiquei calada) -- Você ficou Zara, ficou pela sua irmã, ficou porquê se importou com ela.
Zara: _Isso não tem nada a ver.
Angelina: _Não têm?
Zara: _Não. E mesmo assim, se você percebeu que eu queria fugir, por que não fez nada para impedir?
Angelina: _Porque eu sabia que mesmo que você tentasse não iria conseguir, temos muitos seguranças, você iria ser pega uma hora ou outra, então eu deixei você seguir seus instintos.
Zara: _Você está dizendo que me testou?
Angelina: _Sim.
Zara: _Por quê?
Angelina: _Eu queria ver sua reação diante dessa situação. E pra você saber, você passou no teste. -- (Ela disse sorrindo).
Zara: _Tanto faz, não faz diferença, vocês não são minha família e nem nunca vão ser, eu já tenho uma família e com toda a certeza ela não está nessa casa. -- (Respondi fazendo o sorriso no rosto dela desaparecer, e sem dizer mais nada apenas me virei e saí andando).
>ZARA OFF<
      Depois que elas saíram me deixando sozinha com aquele garoto o lugar simplesmente ficou em um absoluto silêncio. O clima estava ficando constrangedor até que de repente o garoto decide falar.
Zac: _Você deu um susto em todo mundo hoje.
(Seu Nome): _É, eu também fiquei assustada dentro daquele quarto.
Zac: _O que aconteceu lá dentro?
(Seu Nome): _Eu tive um ataque de pânico.
Zac: _Mas, foi do nada?
(Seu Nome): _Meu consciente ainda não havia se dado conta do que estava acontecendo, até que de repente como em um choque tudo ficou mais claro para mim, e eu comecei a enxergar de verdade o que estava a minha volta, quando percebi que estava trancada naquele quarto sem poder sair me senti presa, e o ar começou a me faltar e eu fui entrando em desespero. Eu sou claustrofóbica então isso ajudou a entrar no completo desespero.
Zac: _Sua irmã ficou bem preocupada com você.
(Seu Nome): _Ela não é minha irmã.
Zac: _Claro que é, vocês são filhas dos mesmos pais.
(Seu Nome): _Família não é apenas sangue, na verdade sangue não significa nada para mim. -- (Disse e ele apenas ficou em silêncio. E o silêncio se estendeu por longos minutos até finalmente aquela mulher aparecer de novo).
Angelina: _Ér, vamos?
Zac: _Tá tudo bem?
Angelina: _Sim, claro. Você consegue andar sozinha para ir pro quarto?
Zac: _Angelina.
Angelina: _Tá tudo bem, dessa vez não iremos trancar a porta ok?
Zac: _Vai deixá-las soltas?
Angelina: _Sim, temos muitos seguranças, elas não vão fugir. Vamos (Seu Nome)? -- (Apenas assenti e me levantei. Fomos andando pelo corredor até chegarmos e logo na porta vi dois caras de terno, eles mais pareciam dois armários de tão grandes que eram) -- A porta ficará aberta, pode sair quando quiser ok? -- (Ela disse me olhando e eu apenas assenti) -- Ok, se precisar de qualquer coisa é só me chamar. -- (Ela disse e saiu dali, olhei para os dois caras plantados na porta, mas eles nem ao menos me olharam, apenas mantinham a expressão séria. Parei de olhá-los e entrei no quarto encontrando a garota loira que me ajudou, acho que ela se chama Zara, ela me olhou assim que entrei no quarto).
Zara: _E aí? Tá tudo bem? -- (Ela perguntou me olhando).
(Seu Nome): _Sim, estou melhor.
Zara: _Hum, que bom. Viu os dois brutamontes que estão de guarda na porta do quarto?
(Seu Nome): _Sim, eles são enormes. -- (Disse me sentando na cama) -- Mas pelo menos não precisamos ficar apenas presas aqui dentro.
Zara: _Não adianta muito, eu queria estar fora desse lugar.
(Seu Nome): _Pra mim não faz tanta diferença estar dentro ou fora daqui.
Zara: _Ué, por que não?
(Seu Nome): _Não tenho pra onde ir de qualquer forma.
Zara: _Como assim? Jurava que você fazia parte da gangue da Demetria.
(Seu Nome): _Eu fazia, ou pelo menos achava que sim, mas descobri que era descartável. -- (Disse e ela ficou em silêncio, parecia ter ficado sem resposta, então resolvi continuar o assunto) -- Você é da gangue do Bieber né?
Zara: _Sim, sou namorada dele na verdade.
(Seu Nome): _Ele é bem procurado.
Zara: _Eu sei, todos da gangue são.
(Seu Nome): _Sente falta deles?
Zara: _Sinto. Eles são a minha família desde... Desde muito tempo. -- (Ela disse e uma linha de silêncio cortou nossa conversa, até eu cortá-la).
(Seu Nome): _(Seu Nome).
Zara: _Quê?
(Seu Nome): _Meu nome é (Seu Nome).
Zara: _O meu é Zara.
(Seu Nome): _Acha que dá para vivermos aqui em paz, pelo menos até conseguirmos dar o fora daqui? -- (Perguntei e ela ficou me olhando por alguns segundos).
Zara: _Claro, por que não?
(Seu Nome): _Trégua? -- (Perguntei estendendo minha mão).
Zara: _Trégua. -- (Ela disse a apertando).

Continua...

quarta-feira, 31 de maio de 2017

'I Love a Criminal' Cap. 33

PERSONAGENS NOVOS:
VIN DIESEL: (Sei que não é o nome verdadeiro dele, mas como ele é mais conhecido por esse apelido então preferi deixá-lo no imagine). 49 anos, líder da Máfia Americana e dono de um grande "império". Homem temido e de grande poder.

PAUL WALKER: (Sei que infelizmente ele já faleceu, mas não dava pra colocar o Vin Diesel e não colocá-lo, espero que gostem). 44 anos, braço direito de Vin Diesel, como se fosse o segundo chefe da máfia. 

ANGELINA JOLIE: 40 anos, assim como Paul ela acabou se tornando uma peça importante dentro da máfia. 

ZAC EFRON: Garoto de 24 anos, apesar da pouca idade é bem agilidoso e inteligente, consegue se virar bem diante de uma situação difícil, herdou essas habilidades de Paul, seu pai.


*Domingo*
-21:00-
>(SEU NOME) ON<
Paul: _ Vejo que já acordou.
(Seu Nome): _ Quem é você e onde eu estou?
Paul: _Calma, você logo terá todas as respostas que desejar, mas agora preciso que venha comigo, tem uma pessoa querendo te ver.
(Seu Nome): _ E quem seria essa pessoa?
Paul: _Seu pai. -- (Assim que ouvi essas palavras saindo da boca do homem a minha frente imediatamente parti pra cima dele o jogando contra a parede, o que foi uma coisa totalmente idiota e irracional. A minha pose de intimidadora não durou mais do que dois segundos, já que ele rapidamente trocou nossas posições me imobilizando) -- Isso que você acabou de fazer aqui foi sério? Achou mesmo que ia conseguir me segurar?
(Seu Nome): _Fala a verdade, quem quer me ver? -- (Disse com raiva e tentando manter a imagem de durona).
Paul: _Com toda a certeza você é filha dele, só por ser marrenta desse jeito.
(Seu Nome): _Me responde ou...
Paul: _Ou o quê? Por favor, tenha o mínimo de inteligência, você não daria conta de mim nem nos seus sonhos.
(Seu Nome): _É mesmo? -- (Perguntei arqueando uma de minhas sobrancelhas).
Paul: _Sim. É mesmo. -- (Soltei uma breve risada, o olhei nos olhos e disse).
(Seu Nome): _Não deveria ter duvidado de mim. -- (Sem dar tempo dele fazer qualquer coisa dou uma joelhada no meio das suas pernas o fazendo gemer de dor e me soltar imediatamente, o empurrei fazendo-o cair no chão e saí correndo daquele lugar. Assim que saí do quarto entrei direto em um corredor que parecia normal, olhei para os dois lados pensando em qual caminho tomar. Ouvi um gemido do cara que eu havia derrubado e sem pensar muito comecei a correr em qualquer direção. Enquanto corria analisava tudo a minha volta tentando encontrar uma saída que fosse, mas aquele lugar parecia um labirinto. Parei um pouco para tomar um ar, enquanto descansava ouvi vozes, olho a minha volta e em um ato de desespero abro uma porta qualquer e entro) -- AAAAHH. -- (Grito tapando meus olhos).
Zac: _EI. -- (O garoto que estava nu gritou assustado ao me ver em seu quarto) -- Quem é você? -- (Ele perguntou e eu apenas permaneci de olhos tapados) -- Pode olhar, eu já me cobri. -- (Tirei minhas mãos de meus olhos o olhando, e NOSSA, o garoto era muito lindo, não conseguia parar de olhar em seus olhos azuis) -- Hey, eu te fiz uma pergunta. Quem é você? -- (Não disse nada, apenas abri a porta e corri) -- EI. -- (Pude ouvi-lo gritar, e do nada sinto meu corpo se chocar contra alguma coisa me fazendo cair no chão. Olhei para cima e vi que era o mesmo homem que eu dei uma joelhada alguns minutos atrás).
Paul: _Aí está você. -- (Ele disse me pegando pelo braço e me levantando).
(Seu Nome): _Me solta. -- (Disse nervosa).
Zac: _Hey Walker, você conhece ela?
Paul: _Sim.
Zac: _E quem ela é? -- (Ele perguntou e o cara apenas continuou o olhando como se eles se interagissem através do olhar) -- Não me diga que ela é...
Paul: _Sim. Ela mesma. -- (Ele disse e o garoto arregalou os olhos).
Zac: _Sério?
Paul: _Sim.
Zac: _E o que ela estava fazendo correndo pelos corredores?
Paul: _Digamos que ela não é uma menina fácil de se lidar. Agora vamos garota, você já aprontou demais por hoje. -- (Ele disse me puxando. Bufei e fui o acompanhando contra minha vontade. Fomos andando por vários corredores e entrando em vários cômodos, a casa parecia ser muito grande, até finalmente entrarmos em uma espécie de escritório, o qual se encontrava vazio. Mas que droga de lugar é esse?).
(Seu Nome): _Onde estamos?
Paul: _Você vai ver. -- (Esperamos por alguns minutos até que uma garota loira entra na sala gritando enquanto é carregada pelo garoto que vi pelado alguns minutos atrás).
Zara: _ME SOLTA SEU DESGRAÇADO. -- (Ela gritou nervosa. Espera, ela não me é estranha).
Paul: _Pelo jeito não é só essa aqui que é esquentada.
Zac: _Acredite, não mesmo. -- (Ficamos esperando por mais alguns minutos, que se passaram em um absoluto silêncio, até a porta da sala se abrir e um homem grande, forte e careca entrar pela mesma. Ele parou por alguns segundos, olhou para todos presentes na sala e continuou seu caminho até uma mesa de escritório, se sentando a mesma e nos olhando por mais alguns minutos).
Vin Diesel: _Elas já sabem?
Paul: _Não senhor. -- (O homem perto de mim disse, e eu apenas o olhei sem entender do que eles falavam).
Zara: _Acho melhor alguém me falar o que eu estou fazendo aqui e que palhaçada é essa.
Vin Diesel: _Vocês estão aqui por minha causa. -- (O cara careca disse).
Zara: _Como assim? Do que você está falando? -- (Ele olhou para nós duas e disse).
Vin Diesel: _Não esperava que se lembrassem de mim, afinal faz muito tempo... filhas.-- (Quando aquelas palavras saíram da boca dele meu corpo inteiro paralisou, e milhões de coisas passavam pela minha cabeça. Quando finalmente caí em mim meu corpo foi tomado pelo ódio, tudo o que eu queria era vê-lo morto, então quase que em um impulso saí correndo e pulei em cima do mesmo o derrubando no chão e o enchendo de socos).
(Seu Nome): _SEU DESGRAÇADO. EU TE ODEIO, TE ODEIO, TE ODEIO. -- (Não demorou muito para que alguém me tirasse de cima do mesmo).
Paul: _Calma garota.
(Seu Nome): _ME SOLTA, EU VOU MATAR ESSE DESGRAÇADO. EU VOU TE MATAR. ESTÁ ME OUVINDO? EU VOU TE MATAR. -- (Ele se levantou e me olhou com a boca sangrando. Eu me debatia e gritava com ódio. Naquele momento tudo o que eu conseguia sentir era ódio dentro de mim, era como se eu pudesse matá-lo com minhas próprias mãos) -- ZAC SEGURA ELA. -- (O homem que me segurava gritou para o garoto de olhos azuis, olhei em direção ao mesmo e percebi que a garota loira tinha uma arma em mãos, e a apontava para o homem que se dizia nosso "pai").
Zac: _Solta essa arma. -- (Ele disse tentando acalmar a situação. Ela apenas disparou contra ele, o acertando na perna, o que consequentemente o fez cair no chão. Logo em seguida ela voltou a arma para seu real alvo).
Vin Diesel: _Filha, solta essa arma. -- (Ele disse tentando acalmá-la).
Zara: _NÃO ME CHAMA DE FILHA SEU DESGRAÇADO. -- (Ela gritou e atirou contra o mesmo, mas o cara que antes me segurava correu até a mesma abraçando-a por trás a imobilizando e tirando a arma de sua mão) -- ME SOLTA. -- (Ela gritou furiosa. Enquanto ele a segurava eu aproveitei e fui pra cima daquele homem desgraçado novamente).
Angelina: _O que está acontecendo aqui? -- (Ouço uma voz feminina diferente perguntar, mas tudo o que eu pensava no momento era em matar aquele homem infeliz o qual eu socava com todas as minhas forças). 
Paul: _PEGUE A OUTRA GAROTA. -- (Logo sinto um par de mãos me tirando de cima daquele homem, enquanto eu me debatia e tentava me soltar).
Vin Diesel: _Levem-nas para aquele quarto e as tranquem lá, quando estiverem mais calmas conversamos. -- (Ele deu a ordem e logo em seguida a garota loira e eu saímos arrastadas pelo homem e pela mulher que certamente trabalhavam para aquele desgraçado).
Angelina: _O que foi aquilo lá dentro?
Paul: _Digamos que elas tem um pouco de raiva do pai.
Angelina: _Um pouco? -- (A mulher perguntou irônica) -- Qual delas atirou no Zac?
Paul: _A loirinha aqui, mas essa outra aí é tão esquentada quanto.
Angelina: _Deu pra perceber pelo modo que ela estava batendo no próprio pai. -- (Continuamos o caminho, e eu apenas permanecia de cabeça baixa enquanto minha mente parecia ter paralisado. Caio um pouco em mim quando nos colocam dentro de um quarto, e trancam a porta).
Zara: _VOCÊS SÃO PESSOAS MORTAS OUVIRAM? PESSOAS MORTAS. -- (A garota gritou dando murros na porta. Apenas caminhei até uma espécie de acento que havia na única janela que havia no quarto, a qual era protegida por grades. Me sentei ali, e me encolhi olhando para o lado de fora) -- Droga. -- (A garota loira disse dando um último murro na porta. Não sabia ao certo o que estava acontecendo comigo, minha mente apenas se encontrava vazia, e eu não conseguia fazer nada além de ficar quieta em um canto).

Continua...

domingo, 30 de abril de 2017

'I Love a Criminal' Cap. 32

*Domingo*
-02:45-
>DEMI ON<
      Já era quase 03:00 horas da madrugada e eu ainda não havia conseguido pregar os olhos, tudo o que consigo pensar é em (Seu Nome), se ela está bem, se está ferida, com medo, ou até mesmo morta. O que foi que eu fiz? Me levantei da cama e saí do meu quarto, o corredor estava completamente escuro e silencioso, caminhei até o quarto de (Seu Nome), fiquei fitando a porta do mesmo durante alguns minutos tentando encontrar coragem para abri-la. Respirei fundo e coloquei minha mão na maçaneta girando a mesma, abri a porta e entrei no cômodo. Olhei em volta e sem ela ali tudo parecia tão sem vida. Caminhei até sua cama me sentando sobre a mesma, estiquei o meu braço e peguei uma blusa que ela havia deixado jogada ali. Levei o pano até meu rosto aspirando seu aroma, involuntariamente fechei meus olhos ao sentir seu perfume invadindo meu nariz. Senti lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Droga o que foi que eu fiz? Me deitei na cama abraçando sua blusa enquanto lágrimas escorriam livremente pelo meu rosto.
>DEMI OFF<
...

-08:00-
>(SEU NOME) ON<
       Sou despertada pelo som de uma porta se abrindo. Sim, eu acabei dormindo depois de ter passado praticamente a noite e praticamente a madrugada inteira tentando me soltar e sair desse lugar. Olho em direção a escada e posso ver uma pessoa descendo e vindo em minha direção. Quando ela chega perto o suficiente consigo enxergar seu rosto e percebo que era o mesmo homem de ontem. Ele trazia algo em mãos, mas não consegui ver o que era, o objeto é colocado sobre meu colo e logo depois ele começa a me desamarrar.
Capanga 1: _Se tentar alguma coisa você morre. -- (Ele disse com aquela voz que me fazia sentir um frio na espinha) -- Agora coma. -- (Olhei para o que estava sobre meu colo e percebi que era uma bandeja com um sanduíche e uma garrafinha de água. 
(Seu Nome): _Você pode acender a luz? 
Capanga 1: _Coma. -- (Suspirei e peguei o sanduíche levando-o até minha boca, mas antes que o mordesse olhei para o cara e perguntei desconfiada).
(Seu Nome): _Como vou saber que não tem veneno nessa coisa?
Capanga 1: _Coma e vai descobrir. -- (Ele disse irônico. Revirei os olhos e comecei a comer o tal sanduíche. Depois de alguns minutos finalmente terminei, tomei a água que tinha na garrafinha e olhei para o homem a minha frente, ele apenas veio até mim, segurou meus braços e começou a me amarrar novamente).
(Seu Nome): _A fala sério, precisa mesmo disso? -- (Perguntei, mas ele ficou em silêncio. Assim que terminou pegou a bandeja e subiu a escada saindo do cômodo) -- Droga. -- (Disse nervosa).
>(SEU NOME) OFF <
>DEMI ON <
      Estava sentada no sofá da sala de estar segurando um copo com whisky, enquanto um cigarro queimava no cinzeiro ao meu lado. Estava tudo no mais absoluto silêncio até que ouço passos na escada acompanhados por uma voz conhecida.
Dinah: _Demetria você viu a Lauren hoje?
Demi: _Não. Ela não disse que iria embora? -- (Disse sem olhá-la).
Dinah: _É, e parece que ela realmente foi.
Ariana: _E aí?
Dinah: _Nada. Acho que ela realmente foi embora.
Ariana: _Mas sem dizer nada?
Demi: _Conheçam a ingratidão. 
Dinah: _Cala boca Demetria. -- (Dinah disse e eu apenas levantei meus braços como forma de rendição).
Ariana: _Ela bebeu?
Dinah: _Parece que sim. -- (Dinah respondeu e pude ouvir Ariana suspirar) -- Eu vou pegar uma moto e ir atrás dela.
Demi: _Pra quê? Ela não quer mais ficar aqui, vocês a ouviram.
Dinah: _Acho melhor você calar a boca Demetria, ou...
Demi: _Ou o quê Dinah Jane? -- (Perguntei me levantando).
Katy: _Será que dá pra vocês pararem de brigar pelo menos um minuto? As coisas já não estão ruins o suficiente para vocês? -- (Katy perguntou entrando na sala).
Dinah: _Acho que sabemos quem podemos culpar por estarmos na merda. -- (Dinah disse me olhando).
Demi: _E eu acho que você quer arrumar confusão comigo.
Dinah: _É eu estou, então por que não cai dentro?
Katy: _JÁ CHEGA. MAS QUE MERDA. -- (Katy gritou nervosa) -- Dinah e Ari vão atrás da Lauren, encontrem-a e a tragam de volta, a ultima coisa que queremos agora é perder mais pessoas.
Ariana: _Vem Dinah. -- (Ari disse a puxando pela mão em direção a porta, Dinah e eu ficamos nos encarando até que a mesma saísse pela porta. Suspirei e me joguei no sofá voltando a beber).
Katy: _Acha mesmo que vai encontrar a resposta na bebida? -- (Katy perguntou me olhando, apenas a ignorei) -- Mas que droga, para com isso Demetria. -- (Ela disse nervosa tirando o copo da minha mão).
Demi: _Qual é o seu problema? -- (Perguntei nervosa me levantando e a encarando).
Katy: _Qual é o SEU problema Demetria? Você pode por favor parar de agir como uma adolescente irresponsável e imatura? 
Demi: _Você não entende.
Katy: _Você fez merda Demetria. Você vendeu a garota que você dizia amar, você a vendeu e automaticamente perdeu a sua melhor amiga. Na verdade você afastou todas nós de você e agora certamente se sente sozinha. Você errou Demi, você errou e tem que aceitar isso. Mas, por favor, aja como uma mulher e não como uma garota, seja madura o suficiente para assumir que errou e corra atrás para concertar seu erro.
Demi: _Eu não sei como. -- (Disse com lágrimas nos olhos).
Katy: _Então descubra. -- (Dito isso Katy apenas saiu da sala me deixando sozinha. Voltei a me sentar no sofá e comecei a fitar a lareira acesa enquanto milhares de pensamentos passavam pela minha cabeça).
>DEMI OFF<
>LAUREN ON<

        Estava do lado de fora da casa de Bieber. Sim eu sei, é estupidez vir aqui sozinha, mas eu não estava me importando muito com as consequências. Depois que saí da casa de Demetria peguei um carro e comecei a andar sem direção, até finalmente ter uma ideia. Sei que não deveria ter saído sem me despedir, mas não gosto muito dessas coisas, e eu tenho certeza de que elas vão ficar bem sem mim. Depois de um tempo observando a casa finalmente crio coragem para entrar. Subo em uma árvore que dá direto no quarto de Camila, pulo para dentro da sacada, olho pela porta de vidro e percebo que o quarto estava vazio. Deslizo a porta abrindo-a, entro no quarto e acabo me distraindo olhando a decoração. Um sorriso involuntário acaba tomando conta do meu rosto ao perceber o quanto ela é fofinha até mesmo quando se trata de decorações. Sou tirada de meus pensamentos pelo som da porta se abrindo, olho em direção a mesma e suspiro aliviada ao ver que era Camila. 
Camila: _Lauren? -- (Ela perguntou surpresa fechando a porta rapidamente) -- O que veio fazer aqui? Tá tudo bemcom você? -- (Ela pergunta me olhando preocupada).
Lauren: _Sim, tá tudo bem comigo. Agora será que dá pra você relaxar um pouco e me dar um abraço? -- (Pergunto a olhando, ela sorri e bem até mim me abraçando).
Camila: _Estava com saudades. -- (Ela disse entre o abraço).
Lauren: _Eu também. -- (Nos separamos e eu imediatamente tomei seus lábios em um beijo, assim que nos separamos ela me olhou sorrindo e disse).
Camila: _Tá tudo bem com você mesmo?
Lauren: _Sim, quer dizer, mais ou menos.
Camila: _O que aconteceu?
Lauren: _Nada demais, eu só saí da minha gangue. -- (Disse caminhando até sua cama e me sentando sobre a mesma).
Camila: _O QUÊ? -- (Ela praticamente gritou).
Lauren: _Shiiiiiiu. Quer que alguém saiba que eu estou aqui?
Camila: _Como assim você saiu da gangue? -- (Ela perguntou vindo até mim e se sentando ao meu lado).
Lauren: _Aconteceu umas coisas, eu briguei com a Demetria e acabei saindo da gangue.
Camila: _Como assim? Você saiu só por causa de uma briga?
Lauren: _Não foi só por causa da briga e sim pelo motivo que levou até ela.
Camila: _Que motivo seria esse?
Lauren: _Isso não importa agora ok? O fato é que eu vim aqui te fazer uma proposta.
Camila: _Que tipo de proposta?
Lauren: _O tipo que você tem que ter muita coragem para aceitar.
Camila: _Lauren fala logo do que se trata porquê você está me deixando nervosa. -- (A olhei nos olhos, suspirei e disse).
Lauren: _Você quer fugir comigo?
Camila: _ O quê? -- (Ela perguntou incrédula).
Lauren: _ Isso mesmo que você ouviu. Você quer fugir comigo?
Camila: _La-Lauren. Você não pode fazer isso. Você não está pensando direito.
Lauren: _ Por que não Camila? Pense comigo, seria tão melhor se nós duas fugissemos juntas para longe de todos que nos fazem manter nosso amor em segredo, seríamos finalmente livres. -- (Disse a olhando sorrindo, porém Camila não tinha o mesmo brilho em seus olhos) -- Você não quer isso não é?
Camila: _ Não é que eu não queira Lauren, você sabe que eu te amo e que faria qualquer coisa para ficar com você, mas você está me pedindo para abandonar minha família, para abandonar uma parte de mim. Você entende que isso é difícil para mim? -- (Suspirei e disse).
Lauren: _ Eu sei, eu sei que estou te cobrando muito do nada, e eu entendo perfeitamente se você não quiser isso, mas eu lamento, não posso mais ficar aqui, não tenho mais porquê ficar aqui. 
Camila: _ É claro que tem Lauren e você sabe disso, você pode voltar para sua gangue, tenho certeza que irão te aceitar de volta e...
Lauren: _Não. Isso não vai acontecer, saí daquela gangue por um motivo, e eu não vou voltar para ela, por mais que cada pessoa lá dentro seja muito importante para mim eu não posso simplesmente voltar e agir como se nada tivesse acontecido.
Camila: _ Você está dizendo que vai partir? Mesmo se eu não for com você?
Lauren: _ Eu não tenho outra escolha Camila, você está livre para vir comigo, você que sabe que será muito bem-vinda, mas se por acaso você não queira ou sinta que não está pronta para isso eu irei entender, mas eu lamento, não posso mais continuar aqui.
Camila: _ Para onde você pretende ir?
Lauren: _Eu ainda não sei. -- (Disse e percebi que algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto) -- Por que você está chorando?
Camila: _Eu não quero te perder a Lauren.
Lauren: _ E você não vai, eu prometo. -- (Ela deu um sorriso de lado, acariciou meu rosto, me olhou nos olhos, se aproximou e me beijou. O beijo estava sendo incrível até ser interrompido pelo som da porta abrindo, imediatamente Camila e eu nos afastamos e olhamos para porta vendo silhueta de uma garota).
Ally: _Camila o Jus... -- (Ela parou de falar assim que me viu presente no quarto, imediatamente arregalou os olhos tirou a arma da cintura e a apontou para mim) -- Quem é você? O que está fazendo aqui?
Camila: _Ally, Ally, está tudo bem, está tudo bem, abaixe a arma. -- (Camila disse tentando acalmá-la).
Ally: _Espera, eu te conheço, você não é integrante da gangue rival? O que você está fazendo no quarto da minha amiga?
Camila: _Ally, por favor, eu posso explicar, mas abaixe a arma. 
Ally: _Espera, por que você está protegendo ela?
Camila: _É porquê... porquê... -- (Camila me olhou por um momento tentando achar algum tipo de resposta, mas eu estava tão perdida quanto ela naquele momento, a olhei como se dissesse 'eu não sei o que fazer', ela olhou para sua amiga, respirou fundo e disse) -- É porquê eu amo e ela é o amor da minha vida. -- (Sorri ao ouvir sua resposta).
Ally: _Co-como assim Camila? -- (Camila me olhou e eu ainda tinha o mesmo olhar surpreso, ela deu um sorriso de lado, segurou minha mão e voltou seu olhar para sua amiga).
Camila: _ Eu estou dizendo que nós duas estamos juntas Ally.
Ally: _ Você enlouqueceu Camila? Como você pode fazer isso? Como pode namorar com uma rival?
Camila: _Ally essas coisas a gente não escolhe. Nós não escolhemos nos amar, mas acabou acontecendo.
Ally: _O Justin sabe disso?
Camila: _Não. Ele nem ao menos sonha com isso.
Ally: _ Você tem que contar para ele.
Camila: _Não. Isso não vai ser preciso.
Ally: _ Por que não? Ele tem que saber.
Camila: _ Isso não vai ser preciso porquê Lauren e eu vamos fugir. -- (Imediatamente um sorriso grandioso habitou meus lábios, e meu peito foi tomado pela pura felicidade).
Ally: _ Como assim? Você enlouqueceu?
Camila: _ Não, apenas não posso mais viver assim, estou cansada de esconder o que eu sinto por ela, de sentir saudade e não poder ficar com ela só por causa de uma briga idiota entre gangues, a qual nós duas sabemos que não vai terminar bem.
Ally: _ Mas Camila e quanto a nós? Somos todos uma família, você não pode nos deixar.
Camila: _ Eu sei que vocês são a minha família, não pense que irei me esquecer disso por um segundo, mas infelizmente eu acho que chegou a hora de nos separarmos por um tempo.
Ally: _Mas por que Camila?
Camila: _Porquê eu sinto que preciso viver um pouco a minha vida.
Ally: _Mas e quanto Justin? E ao resto da turma? O que direi á eles? 
Camila: _ Você não precisará dizer nada.
Ally: _Mas foi o Justin quem pediu para que eu subisse e te chamasse.
Camila: _Mas por quê?
Ally: _ Acho que a Zara foi sequestrada.
Camila: _ O quê? Como assim? Como isso aconteceu?
Ally: _ Não sabemos ainda, por isso vamos ouvi-lo falar.
Camila: _Droga. 
Ally: _ Quero saber Camila, vou ser bem sincera com você, eu não curto muito essa ideia de você fugir com uma pessoa de outra gangue, e muito menos nos abandonar aqui, mas se é ela quem te faz feliz, então vai com ela hoje, sinta esse amor que vocês esconderam por tanto tempo de todos, vá ser um pouco livre e saiba que quando precisar estarei sempre disposta a te ajudar como uma família de verdade faz. -- (Camila sorriu com lágrimas nos olhos e então puxou a amiga para um abraço).
Camila: _Obrigada, de verdade. -- (Depois de um tempo abraçadas elas finalmente se separaram e a tal Ally me olhou séria e disse).
Ally: _Acho melhor você cuidar muito bem dela, porque se não, eu te caço até o inferno, entendeu?
Lauren: _ Pode deixar comigo. -- (Ainda me olhando sério ela estendeu sua mão, olhei e apertei a mesma, foi como se naquele momento tivéssemos selado uma trégua, o que de certa forma me proporcionava uma paz).
Ally: _Bom, acho melhor vocês duas irem logo antes que mais alguém apareça nesse quarto e acabe com tudo.
Camila: _Você tem razão. Tchau Ally, a gente se vê em breve e obrigada por tudo. -- (Ela disse abraçando a amiga).
Ally: _Tchau Camz, boa sorte, e você já sabe, caso precise de mim sabe onde pode me encontrar.
Camila: _Obrigada mais uma vez. Se cuida.
Ally: _Você também. -- (Ambas se separaram) -- Agora eu vou lá pra baixo avisar que você não estava no quarto, enquanto isso pegue algumas roupas e o que mais você precisar. 
Camila: _Tudo bem. -- (Elas deram um último abraço e logo em seguida Ally saiu do quarto, Camz rapidamente colocou tudo dentro de uma mochila).
Lauren: _Pronta? -- (Perguntei a olhando).
Camila: _Sim. -- (Fomos em direção a sacada, mas antes que saíssemos segurei sua mão a fazendo me olhar) -- Que foi?
Lauren: _Camz você tem certeza disso? Tem certeza que quer largar tudo isso pra trás só por minha causa? -- (Ela deu um sorriso de lado, acariciou meu rosto e disse).
Camila: _Eu vou pra onde você for meu amor. -- (Sorri com sua resposta e depositei um beijo em seus lábios).
Lauren: _Ok, está preparada?
Camila: _Sim.
Lauren: _Então vamos, vá na frente. -- (Disse é assim ela fez, desci logo depois dela, andamos um pouco até encontrarmos o carro que eu havia deixado escondido um pouco distante da casa).
Camila: _Essa carro é seu?
Lauren: _Agora é nosso. Vem, entra. -- (Camz entrou no carro e eu entrei logo em seguida, liguei-o e saí dirigindo).
>LAUREN OFF<
>ALLY ON <
        Depois de me despedir de Camila voltei para o andar de baixo.
Ally: _Camila não está no quarto.
Justin: _Como assim ela não está no quarto?
Ally: _Eu não sei. Ela deve ter saído ou algo assim.
Normani: _ Mas sem avisar ninguém?
Austin: _ Bom, acho que ela já é bem grandinha para sair sem dar satisfação.
Justin: _ Ok, mas essa não é a questão agora, precisamos encontrar Zara e assim que eu colocar minhas mãos no desgraçado que a pegou, ele será um homem morto. -- (Justin disse com ódio).
>ALLY OFF <
...
-17:00-
>(SEU NOME) ON <
       Eu não sabia ao certo quantas horas se passaram desde que aquele cara veio trazer o sanduíche, mas foi a última vez que alguém entrou nesse porão. Não faço a menor ideia de que horas seja, se está de dia ou de noite, o tempo aqui dentro parece parar. Sou tirada de meus pensamentos pelo som da porta abrindo, finalmente alguém lembrou que estou nessa merda de buraco. Olho em direção a escada e vejo o mesmo homem de mais cedo vindo em minha direção. Sem dizer uma única palavra ele me desamarra da cadeira, mas assim que me encontro solta ele volta a amarrar meus braços, venda meus olhos e me empurra em direção a escada.
(Seu Nome): _Vai me dizer para onde está me levando? -- (Pergunto e ele apenas fica em silêncio) -- Adoro nosso modo de comunicação sabia? -- (Digo irônica e ele apenas me empurra) -- Sua delicadeza me comove. -- (Dessa vez ele apenas ignorou a ironia presente na minha frase e continuou andando. Novamente tento ao máximo usar minha audição ao meu favor).
Chefe: _Está tudo certo? -- (Uma voz familiar perguntou e imediatamente paramos de andar. Deve ser aquele velho nojento que me comprou).
Capanga 1: _Sim, só falta apagarmos ela e levar ela para o chefe. -- (Chefe? De que chefe eles estão falando?).
Chefe: _ Ok faça o que tem de fazer e a leve para o carro, já estou indo, e então partimos.
Capanga 1: _ Sim senhor. -- (Ouvi o velho se distanciar, logo em seguida cara continuou me empurrando).
Capanga 2: _ Já estamos indo? -- (Uma voz desconhecida perguntou).
Capanga 1: _ Sim só temos que apagar essa garota.
(Seu Nome): _ O quê? Como assim? O que vocês vão fazer comigo?
Capanga 1: _Pronto, começou a falar de novo. Apaga logo essa garota para que a gente possa ir.
Capanga 2: _Ok. -- (Ele disse e senti alguém me segurar).
(Seu Nome): _Me solta. Me solta agora. -- (Disse me debatendo, o que era obviamente inútil já que claramente o homem que me segurava era bem mais forte do que eu. De repente sinto uma picada e meu braço e rapidamente vou perdendo as forças e sinto meu corpo todo amolecer e minhas vistas ficarem escuras).
...
-21:00-
      Acordo com uma luz branca em meus olhos, olho em volta e percebo que estou em um quarto, mas por mais estranho que pareça eu não estava amarrada, nem vendada e muito menos amordaçada. Me sento na cama e começo a observar tudo à minha volta, e para mim parece tudo normal, é um quarto comum como qualquer outro. Para onde aqueles idiotas me trouxeram? E quem é esse tal chefe que eles mencionaram? Me levanto e começo á andar pelo quarto observando cada detalhe até que finalmente chego na porta, levo minha mão até a maçaneta girando-a, mas está trancada.
(Seu Nome): _Droga. -- (Disse e voltei a observar o quarto tentando achar outra saída. Vi uma cortina em uma parede, rapidamente corri até ela e a abri revelando uma janela que infelizmente estava com grades, mas olhando para fora dava para perceber que era uma casa comum e aparentemente muito grande e para variar ela estava cercada por mato. Me assusto ao ouvir o som da porta se abrindo, olho rapidamente em direção a mesma e vejo um homem o qual nunca havia visto em toda minha vida. Ele tinha a pele um pouco bronzeada, seus olhos eram azuis e seu cabelo castanho, mantinha uma barba por fazer que de certa forma dava um jeito sexy,  e aparentemente tinha por volta de uns 40 anos.
Xxxx: _ Vejo que já acordou.
(Seu Nome): _ Quem é você e onde eu estou?
Xxxx: _Calma, você logo terá todas as respostas que desejar, mas agora preciso que venha comigo, tem uma pessoa querendo te ver.
(Seu Nome): _ E quem seria essa pessoa?
Xxxx: _Seu pai.



Continua...